jossian costa's profileDIARIO DE BORDOPhotosBlogListsMore ![]() | Help |
DIARIO DE BORDOENTRE O CEU E O MAR (BETWEEN THE SKY AND THE SEA) Conselho de Vida A escolha de uma profissão
é o primeiro calvário de todo adolescente. Muitos tios, pais
e orientadores vocacionais acabam recomendando "fazer o que
se gosta", um conselho confuso e equivocado.
Empresas pagam a profissionais para fazer o que a comunidade acha importante ser feito, não aquilo que os funcionários gostariam de fazer, que normalmente é jogar futebol, ler um livro ou tomar chope na praia. Seria um mundo perfeito se as coisas que queremos fazer coincidissem exatamente com o que a sociedade acha importante ser feito. Mas, aí, quem tiraria o lixo, algo necessário, mas que ninguém quer fazer? Muitos jovens sonham trabalhar no terceiro setor porque é o que gostariam de fazer. Toda semana recebo jovens que querem trabalhar em minha consultoria num projeto social. "Quero ajudar os outros, não quero participar desse capitalismo selvagem." Nesses casos, peço que deixem comigo os sapatos e as meias e voltem para conversar em uma semana. É uma arrogância intelectual que se ensina nas universidades brasileiras e um insulto aos sapateiros e aos trabalhadores dizer que eles não ajudam os outros. A maioria das pessoas que ajudam os outros o faz de graça. As coisas que realmente gosto de fazer, como jogar tênis, velejar e organizar o Prêmio Bem Eficiente, eu faço de graça. O "ócio criativo", o sonho brasileiro de receber um salário para "fazer o que se gosta", somente é alcançado por alguns professores felizardos de filosofia que podem ler o que gostam em tempo integral. O que seria de nós se ninguém produzisse sapatos e meias, só porque alguns membros da sociedade só querem "fazer o que gostam"? Pediatras e obstetras atendem às 2 da manhã. Médicos e enfermeiras atendem aos sábados e domingos não porque gostam, mas porque isso tem de ser feito. Empresas, hospitais, entidades beneficentes estão aí para fazer o que é preciso ser feito, aos sábados, domingos e feriados. Eu respeito muito mais os altruístas que fazem aquilo que tem de ser feito do que os egoístas que só querem "fazer o que gostam". Então teremos de trabalhar em algo que odiamos, condenados a uma vida profissional chata e opressiva? Existe um final feliz. A saída para esse dilema é aprender a gostar do que você faz. E isso é mais fácil do que se pensa. Basta fazer seu trabalho com esmero, bem feito. Curta o prazer da excelência, o prazer estético da qualidade e da perfeição. Aliás, isso não é um conselho simplesmente profissional, é um conselho de vida. Se algo vale a pena ser feito na vida, vale a pena ser bem feito. Viva com esse objetivo. Você poderá não ficar rico, mas será feliz. Provavelmente, nada lhe faltará, porque se paga melhor àqueles que fazem o trabalho bem feito do que àqueles que fazem o mínimo necessário. Se quiser procurar algo, descubra suas habilidades naturais, que permitirão que realize seu trabalho com distinção e o colocarão à frente dos demais. Muitos profissionais odeiam o que fazem porque não se prepararam adequadamente, não estudaram o suficiente, não sabem fazer aquilo que gostam, e aí odeiam o que fazem mal feito. Sempre fui um perfeccionista. Fiz muitas coisas chatas na vida, mas sempre fiz questão de fazê-las bem feitas. Sou até criticado por isso, porque demoro demais, vivo brigando com quem é incompetente, reescrevo estes artigos umas quarenta vezes para o desespero de meus editores, sou superexigente comigo e com os outros. Hoje, percebo que foi esse perfeccionismo que me permitiu sobreviver à chatice da vida, que me fez gostar das coisas chatas que tenho de fazer. Se você não gosta de seu trabalho, tente fazê-lo bem feito. Seja o melhor em sua área, destaque-se pela precisão. Você será aplaudido, valorizado, procurado, e outras portas se abrirão. Começará a ser até criativo, inventando coisa nova, e isso é um raro prazer. Faça seu trabalho mal feito e você odiará o que faz, odiando a sua empresa, seu patrão, seus colegas, seu país e a si mesmo. Stephen Kanitz é administrador por Harvard (www.kanitz.com.br) Editora Abril, Revista Veja, edição 1881, ano 37, nº 47, 24 de novembro de 2004, página 22 Aprenda a Servir
Por Marcos Gusmão O princípio é bíblico: amar ao próximo. E isso independe se o próximo é um colega preguiçoso, um dos seus subordinados encrenqueiros ou, acredite, seu chefe. É, o verbo amar pode parecer forte demais para o contexto corporativo e para o papel do líder. Mas não é. A pessoa apropriada para assumir a liderança manifesta seu amor agindo, naturalmente, como facilitadora do processo de engajamento e desenvolvimento da organização. Em outras palavras: não visa apenas aos resultados. O foco do líder deve estar nas pessoas que fazem o resultado da empresa acontecer. Afinal, uma corporação é um sistema orgânico, não mecânico. O fato é que anda todo mundo sobrecarregado de trabalho, poucos se mantêm motivados e alguns até desistem de buscar significado maior para o que fazem no escritório.(…)Para ser um líder comprometido com as pessoas, segundo o guru americano, é necessário passar por uma mudança interior, cujo resultado vai ser a incorporação de pelo menos cinco atitudes em sua vida: 1 OUVIR SEM JULGAR Antes de dar conselhos ou fazer pré-julgamentos, é preciso ouvir com atenção as preocupações e necessidades das pessoas com quem trabalha. Unir-se a elas na busca de soluções, portanto, é fundamental. POR JAMES C HUNTERMuitos dizem apenas as coisas que as pessoas querem ouvir,em vez do que elas precisam ouvir, porque não tem coragem moral de contrariá-las, com receio de que cancelem suas contribuições e/ ou apoio.Planejamento, orçamento, organização, solução de problemas,controle, manutenção da ordem, desenvolvimento de estratégias e várias outras coisas- gerências é o que fazemos, liderança é o que somos.Muitos líderes eficientes são gerentes sofríveis. O estilo que caracteriza um bom gerente é em geral, autoritário e centralizador. Liderar significa conquistar as pessoas, envolvê-las de forma que coloquem seu coração,mente,espírito criatividade e excelência a serviço de um objetivo. Não podemos esquecer que liderança é caráter em ação, assim como desenvolvimento de liderança e desenvolvimento de caráter é a mesma coisa. Como disse um sábio general: "O primeiro dever de qualquer líder é criar mais líderes." O poder pode ser comprado e vendido, dado e tirado. Ou seja:Laços de parentesco ou amizade realmente conseguem colocar uma pessoa numa posição de poder, mas isso já não acontece com a autoridade- ela é essência da pessoa, está ligada a seu caráter. Só ha uma razão para que qualquer empresa exista: porque atende a uma necessidade humana. quando ela deixa de satisfazer essa necessidade, ou a concorrência o faz de maneira mais vantajosa, ela deixa de existir. O lucro é um componente essencial de uma empresa saudável, mas não é por isso que ela existe. Pode-se fazer uma analogia com a própria vida. Precisamos de oxigênio(lucro) para sobreviver, mas não é por isso que existimos. No novo milênio a cultura do poder será incapaz de competir com a excelência, a rapidez, a qualidade e a inovação...em suma com um ambiente em que as pessoas participem voluntariamente e de bom grado. Se você é da turma do "eu primeiro" e está feliz, não tem problema. Só faça o favor de não se candidatar a líder. Ah...de preferência, não tenha filhos,não se case e não tenha ninguém que dependa de você.Uma empresa é mais forte se é ligada pelo amor e não pelo medo.
Em sintonia com o sucessoConstruindo uma Equipe de SucessoEtimologicamente, a palavra “equipe” vem do francês: grupo de pessoas encarregadas de algum trabalho ou serviço comum.Já a palavra “sucesso” deriva do latim, successu, aproximação, êxito, resultado feliz e, até mesmo, parto.Neste contexto, parece fácil obter sucesso simplesmente aproximando pessoas e envolvendo-as numa atividade comum.No entanto, construir equipes de sucesso vai muito além da união de pessoas destinadas à execução de determinada tarefa. É preciso entender que o sucesso de uma equipe deve-se basicamente à sua formação.Compreendo que uma equipe de sucesso deva possuir maturidade para aceitar desafios e capacidade para atingir o alto desempenho, quantitativo e qualitativo.Embora curta, a fase acima expressa muito bem a necessidade das empresas dentro do mercado atual. Em outras palavras, não há mais tempo para “melindres”. As empresas procuram por pessoas que possam compor equipes com energia própria. Pessoas dispostas a fazer parte de uma ambiente harmônico, confiante e, sobretudo, dispostos a dar e receber feedback. 1.Deixam claras sua missão e suas metas; Sobre o Autor Débora Martins é professora e palestrante da Atender Bem Consultoria, especialista no gerenciamento das relações entre empresas e clientes. É jornalista, autora de diversos artigos sobre motivação, liderança, e sobre o setor de Call Center. Visite o Blog: http://deboramartins.blogspot.com e assista os vídeos: http://minutoatenderbem.blogspot.com A liderança que constrói pessoasPor Rogério Lipper |
||||||||||
Go to wavewatch.com for your local surf forecasts |
OBRIGADO PELA VISITA
THANKS FOR YOUR VISIT
DEIXE AQUI SEU COMENTARIO YOUR COMMENTS|
gabriela cangerowrote:
Aliás, "viagem inalgural" e "smit Brasil", são meu preferidos, mas se possível mandar de todos , te agradeço muito.
Obrigada mais uma vez!
Mar. 20
|
|
|
gabriela cangerowrote:
olá Jossian, gostei muito dos videos dos rebocadores Smit Rebras, principalmente as musicas que colocou. Foi vc mesmo? poderia me enviar os nomes delas? Parabéns pelo tarbalho. Abraços e fique com Deus Gaby (gaby_cangero@hotmail.com)
Mar. 20
|
|
|
Guara Scotowrote:
Olá jossian como está a vida em Paranaguá, espero que estejam tudo bem, um grande abraço a todos por ai.
Atenciosamente : Inguaraçu Scoto
Mar. 2
|
|
|